
Qual a diferença entre hemorroida interna e hemorroida externa?
As hemorroidas são uma condição comum, que afeta milhões de pessoas ao redor do mundo, gerando desconforto e, muitas vezes, complicações.

CRM-SP 195.157
Médica Graduada na Faculdade de Ciências Médicas e da Saúde de Juiz de Fora Cirurgiã Geral pela Universidade Estadual de Campinas – UNICAMP
Coloproctologista pela Universidade Estadual de Campinas – UNICAMP
Pós-graduação em Fisiologia Anorretal e Assoalho Pélvico no Hospital das Clínicas da USP
“Onde quer que a arte da medicina seja amada, haverá também amor pela humanidade”.
Hipócrates

Indicado para pacientes com hemorróidas internas sintomáticas,podendo ser realizada no consultório.
Doença que afeta a área do sulco interglúteo e cóccix, muitas vezes causada por acúmulo de pêlos e trauma local.
Pacientes com plicomas na região perianal podem procurar a proctologista por questões estéticas, desconforto ou dificuldades na higiene local.
É a especialização que cuida do assoalho pélvico e seu funcionamento adequado.
É a terceira causa de morte por câncer no Brasil. Sintomas como sangramento via retal, dor abdominal, anemia, perda de peso.
Exame para avaliar distúrbios de prisão de ventre, no pré-operatório de cirurgias orificiais e avalia as pressões no reto e no canal anal.
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As hemorroidas são uma condição comum, que afeta milhões de pessoas ao redor do mundo, gerando desconforto e, muitas vezes, complicações.

As hemorroidas são uma condição incômoda e comum que afeta uma boa parte da população, especialmente adultos acima dos 50 anos. Causadas pelo aumento e inflamação das veias na região do ânus e reto, elas podem gerar desconforto, dor e até sangramento. Embora geralmente não representem um risco grave à saúde, podem interferir na qualidade de vida. Neste texto, explicaremos 7 maneiras eficazes para aliviar os sintomas de hemorroida e melhorar o conforto. 1. Mantenha uma Alimentação Rica em Fibras A alimentação é um fator chave para quem deseja aliviar ou prevenir crises de hemorroidas. Uma dieta rica em fibras ajuda a amolecer as fezes e facilita o trânsito intestinal, o que reduz a pressão sobre as veias hemorroidárias durante as evacuações. Consuma alimentos como: Dica: aumente o consumo de fibras de forma gradual e beba bastante água para evitar desconforto abdominal. 2. Hidratação Constante A água é essencial para o bom funcionamento do intestino. Beber pelo menos 2 litros de água por dia contribui para a formação de fezes mais macias e ajuda a prevenir a constipação, um dos principais fatores de risco para o desenvolvimento de hemorroidas. Isso reduz a necessidade de esforço durante a evacuação, diminuindo a pressão nas veias. 3. Use Banhos de Assento Um dos métodos mais recomendados para aliviar a dor e o inchaço causados pelas hemorroidas é o banho de assento. Este consiste em sentar-se em uma bacia com água morna por cerca de 15 a 20 minutos, várias vezes ao dia. A água morna ajuda a relaxar a região, alivia o prurido e reduz a inflamação. 4. Evite o Uso Prolongado do Banheiro Passar muito tempo sentado no vaso sanitário pode agravar as hemorroidas. Evite levar celulares, revistas ou qualquer material de leitura para o banheiro. Quando há um esforço prolongado ou quando você fica muito tempo sentado, a pressão nas veias da região anal aumenta. Tente ir ao banheiro apenas quando sentir necessidade e evite forçar a evacuação. 5. Aplique Cremes e Pomadas para Hemorroidas Existem cremes e pomadas de venda livre que podem aliviar temporariamente a dor e o desconforto das hemorroidas. Estas medicações geralmente possuem compostos calmantes, anestésicos e anti-inflamatórios. Alguns exemplos incluem: Atenção: é importante consultar um médico antes de usar qualquer tipo de creme, especialmente se os sintomas persistirem, para que ele possa recomendar o tratamento mais adequado. 6. Evite o Levantamento de Pesos Excessivos Exercícios físicos são geralmente recomendados, mas o levantamento de peso excessivo pode agravar as hemorroidas, pois eleva a pressão abdominal e aumenta a pressão nas veias do reto. Prefira exercícios de baixo impacto, como caminhadas e atividades aeróbicas moderadas, que ajudam a manter o intestino regulado sem gerar pressão excessiva. 7. Considere Tratamentos Médicos para Hemorroidas Persistentes Quando os sintomas das hemorroidas não melhoram com medidas caseiras, pode ser necessário buscar tratamentos médicos. Existem várias opções para o tratamento de hemorróidas internas e externas, que incluem: Um médico proctologista é o profissional indicado para diagnosticar e recomendar o tratamento ideal, considerando a gravidade e o tipo das hemorroidas. Quando procurar um médico? Nem todas as hemorroidas requerem tratamento médico. Porém, se você apresentar sintomas como sangramento retal, dor intensa ou as hemorroidas não melhorarem após alguns dias de cuidados, é fundamental procurar um médico para avaliação. O sangramento retal, em especial, pode indicar outras condições que precisam ser investigadas. Fique atento e procure ajuda profissional.

A incontinência fecal é uma condição debilitante que afeta milhões de pessoas em todo o mundo. Caracterizada pela perda involuntária de fezes, essa condição pode levar a sérios impactos na qualidade de vida, incluindo constrangimento, isolamento social e problemas emocionais. Felizmente, a medicina moderna tem desenvolvido tratamentos inovadores para essa condição, e a neuromodulação sacral (SNS) se destaca como uma das abordagens mais promissoras e eficazes. Assim, vamos explorar o que é a neuromodulação sacral, como ela funciona e seus benefícios no tratamento da incontinência fecal. O que é neuromodulação sacral? A neuromodulação sacral é um tratamento médico que envolve a estimulação elétrica dos nervos sacrais, localizados na região pélvica. Esses nervos controlam funções essenciais do intestino e da bexiga. O procedimento é minimamente invasivo e envolve a implantação de um pequeno dispositivo que envia impulsos elétricos leves aos nervos sacrais, ajudando a regular as funções intestinais. Como funciona a neuromodulação sacral? O procedimento de neuromodulação sacral geralmente é realizado em duas etapas: Fase de teste Antes da implantação permanente do dispositivo, os pacientes passam por uma fase de teste para determinar a eficácia do tratamento. Durante esta fase, um fio de eletrodo é inserido próximo aos nervos sacrais. Este fio é conectado a um estimulador externo que o paciente usa por um período de algumas semanas. Durante esse período, o paciente monitora as mudanças nos sintomas de incontinência fecal. Implantação permanente Se a fase de teste for bem-sucedida, o próximo passo é a implantação do dispositivo permanente. Este dispositivo é semelhante a um marcapasso e é implantado sob a pele na região superior das nádegas. O dispositivo envia impulsos elétricos aos nervos sacrais, regulando a função intestinal e ajudando a prevenir episódios de incontinência. Benefícios da neuromodulação sacral A neuromodulação sacral oferece diversos benefícios significativos para pacientes com incontinência fecal: Melhora da qualidade de vida Pacientes que recebem a neuromodulação sacral frequentemente relatam uma melhoria substancial na qualidade de vida. A redução dos episódios de incontinência permite que os pacientes retomem suas atividades diárias com mais confiança e menos constrangimento. Minimamente invasivo Comparado a outras opções de tratamento, a neuromodulação sacral é minimamente invasiva. A recuperação pós-operatória é geralmente rápida, e os pacientes podem retornar às suas atividades normais em poucos dias. Eficácia a longo prazo Estudos têm demonstrado que a neuromodulação sacral pode oferecer benefícios a longo prazo. Muitos pacientes continuam a experimentar uma redução significativa dos sintomas anos após o procedimento. Ajustável e reversível Uma das vantagens da neuromodulação sacral é a sua adaptabilidade. O dispositivo pode ser reprogramado para otimizar os resultados conforme necessário. Além disso, se o paciente não responder bem ao tratamento ou desejar interrompê-lo, o dispositivo pode ser removido. Candidatos ideais para a neuromodulação sacral Nem todos os pacientes com incontinência fecal são candidatos ideais para a neuromodulação sacral. Este tratamento é geralmente recomendado para pacientes que não responderam adequadamente a outras opções de tratamento, como mudanças na dieta, medicamentos e terapia comportamental e fisioterapia pélvica. Pacientes que apresentam incontinência fecal grave e que não possuem contraindicações para procedimentos cirúrgicos também são considerados bons candidatos. Efeitos colaterais Embora a neuromodulação sacral seja uma opção de tratamento eficaz, é importante considerar alguns potenciais efeitos colaterais e riscos. Alguns pacientes podem experimentar dor no local do implante, infecção, deslocamento do eletrodo ou falha do dispositivo. No entanto, esses casos são relativamente raros, e a maioria dos pacientes se beneficia significativamente do tratamento. O processo de avaliação Antes de decidir pela neuromodulação sacral, os pacientes passam por uma avaliação abrangente. Essa avaliação inclui uma revisão detalhada do histórico médico, exames físicos e, muitas vezes, testes adicionais para avaliar a função intestinal e pélvica. O objetivo é garantir que a neuromodulação sacral seja a melhor opção de tratamento para o paciente. A incontinência fecal pode ser uma condição devastadora, afetando não apenas a saúde física, mas também o bem-estar emocional e social dos pacientes. A neuromodulação sacral surge como uma solução promissora, oferecendo alívio significativo dos sintomas e melhorando a qualidade de vida. Com um procedimento minimamente invasivo, ajustável e reversível, a neuromodulação sacral representa uma opção de tratamento viável e eficaz para muitos pacientes. Se você ou alguém que você conhece está lutando contra a incontinência fecal, converse com um profissional de saúde sobre a possibilidade da neuromodulação sacral como parte do plano de tratamento.

A hérnia inguinal é uma condição comum, ela ocorre quando parte do tecido muscular ou gordura empurra através de uma fraqueza na parede abdominal, resultando em um inchaço doloroso e desconfortável. Felizmente, avanços na tecnologia médica trouxeram uma nova abordagem para o tratamento dessa condição: a cirurgia de hérnia inguinal robótica. Continue a leitura e saiba mais sobre essa inovação no tratamento e seus benefícios. O que é a cirurgia de hérnia inguinal robótica? A cirurgia de hérnia inguinal robótica é um procedimento avançado que utiliza a tecnologia robótica para reparar a hérnia com precisão e eficiência. Neste procedimento, o cirurgião controla um sistema robótico sofisticado, que oferece uma visão ampliada e detalhada da área a ser tratada. Benefícios da cirurgia robótica Como a cirurgia robótica é realizada? Durante a cirurgia de hérnia inguinal robótica, o paciente é anestesiado e colocado em posição adequada para o procedimento. O cirurgião então realiza pequenas incisões na área afetada, através das quais os instrumentos robóticos são inseridos. O sistema robótico fornece ao cirurgião uma visão tridimensional da área, permitindo uma identificação precisa da hérnia e dos tecidos circundantes. Com a orientação do cirurgião, os braços robóticos realizam as etapas necessárias para reparar a hérnia, como o reposicionamento do tecido herniado e o reforço da parede abdominal. Candidatos ideais para a cirurgia robótica de hérnia inguinal Embora a cirurgia robótica ofereça muitos benefícios, nem todos os pacientes são candidatos ideais para esse procedimento. Geralmente, a cirurgia robótica é recomendada para pacientes que: É importante discutir todas as opções de tratamento com seu médico para determinar se a cirurgia robótica de hérnia inguinal é a melhor escolha para você. Pós-operatório e recuperação Após a cirurgia robótica de hérnia inguinal, os pacientes geralmente experimentam uma recuperação mais suave em comparação com a cirurgia tradicional. No entanto, ainda é crucial seguir as instruções do médico para garantir uma recuperação completa e sem complicações. Isso pode incluir: De modo geral, a cirurgia robótica de hérnia inguinal representa um avanço significativo no tratamento dessa condição comum. Com seus benefícios em termos de precisão, recuperação mais rápida e menor dor pós-operatória, ela oferece uma opção atraente para pacientes e cirurgiões. No entanto, é fundamental lembrar que cada caso é único, e a decisão sobre o tipo de tratamento deve ser feita em consulta com um profissional de saúde qualificado. Ao explorar as opções disponíveis, os pacientes podem tomar decisões informadas e garantir o melhor resultado possível para sua saúde e bem-estar.

O sangramento nas fezes pode ser uma experiência alarmante para qualquer pessoa. É compreensível que isso cause preocupações imediatas sobre a saúde do indivíduo. Embora em alguns casos o sangramento retal possa ser benigno, em outros pode indicar condições médicas que requerem atenção imediata. Assim, é fundamental entender as causas e os sintomas associados e quando é hora de procurar ajuda médica ao notar sangue nas fezes. O que pode causar sangramento nas fezes? O sangue nas fezes, também conhecido como hematoquezia, pode ter várias causas subjacentes. Algumas delas incluem: Hemorroidas: um dos motivos mais comuns para sangramento retal são as hemorroidas. Estas são veias inchadas no ânus e no reto que podem sangrar durante a passagem das fezes. Fissuras anais: pequenas feridas ou fissuras na pele ao redor do ânus podem causar sangramento durante ou após a evacuação. Doença inflamatória intestinal (DII): condições como a doença de Crohn e a Retocolite ulcerativa podem causar inflamação no trato gastrointestinal, levando a sangramento retal. Câncer colorretal: o sangramento retal pode ser um sinal de câncer colorretal, especialmente se acompanhado por outros sintomas. Pólipos intestinais: crescimentos benignos no revestimento do intestino grosso ou reto podem sangrar e ser detectados nas fezes. Sintomas associados ao sangramento nas fezes Além do sangue visível nas fezes ou no papel higiênico, existem alguns sintomas adicionais que podem acompanhar o sangramento retal e indicar uma condição subjacente mais grave. Esses sintomas incluem: Quando se preocupar? O sangramento retal pode ser benigno em muitos casos, no entanto, há momentos em que é crucial procurar ajuda médica imediata. Aqui estão algumas circunstâncias em que o sangramento nas fezes requer atenção urgente: Sangramento grave: se o sangramento for intenso ou persistente, especialmente se estiver associado a tonturas, desmaios ou fraqueza extrema, é essencial procurar atendimento médico imediatamente. Sangramento em pessoas com mais de 40 anos: o sangramento retal em pessoas com mais de 40 anos deve ser investigado prontamente, pois pode ser um sinal de câncer colorretal. Sintomas adicionais: se o sangramento retal vier acompanhado de sintomas como dor abdominal persistente, mudanças nos hábitos intestinais, perda de peso inexplicada ou anemia, é importante buscar orientação médica. Histórico familiar: indivíduos com histórico familiar de câncer colorretal ou outras condições intestinais devem estar particularmente atentos ao sangramento retal e discuti-lo com um profissional de saúde. Diagnóstico e tratamento Quando um paciente se apresenta com sangramento retal, o médico provavelmente começará com uma história clínica detalhada e um exame físico. Dependendo dos sintomas e fatores de risco, podem ser recomendados testes adicionais, incluindo: Exame Físico: Exame físico completo, exame do abdomen, exame proctológico incluindo toque retal e anuscopia (um exame que avalia o canal anal). Exames de sangue: para avaliar os níveis de hemoglobina, que podem indicar anemia. Colonoscopia: um procedimento que permite ao médico examinar o revestimento interno do cólon e do reto em busca de quaisquer anormalidades. Sigmoidoscopia: um procedimento semelhante à colonoscopia, mas que examina apenas o reto e a parte inferior do cólon. Exames de imagem: como tomografia computadorizada (TC) ou ressonância magnética (RM) podem ser realizados para avaliar a extensão de quaisquer anormalidades. O tratamento para sangramento retal dependerá da causa subjacente. Em muitos casos, as hemorroidas podem ser tratadas com medicação tópica, mudanças na dieta e estilo de vida, e em alguns casos, procedimentos menos invasivos como ligadura elástica. Prevenção Embora nem sempre seja possível evitar o sangramento retal, existem algumas medidas que podem ajudar a reduzir o risco de desenvolver problemas gastrointestinais: Consuma uma dieta rica em fibras: isso pode ajudar a prevenir a constipação, que pode contribuir para o desenvolvimento de hemorroidas e fissuras anais. Beba bastante água: manter-se hidratado é essencial para a saúde digestiva. Pratique hábitos intestinais saudáveis: não adiar a ida ao banheiro quando sentir a necessidade de evacuar pode ajudar a prevenir problemas como constipação e esforço durante as evacuações. Faça exames de rastreamento regularmente: para pessoas com histórico familiar de câncer colorretal ou outras condições intestinais, é importante fazer exames de rastreamento conforme recomendado pelo médico. Embora o sangramento retal possa ser assustador, é importante lembrar que nem sempre é um sinal de algo grave. No entanto, é crucial não ignorar esse sintoma, especialmente se estiver acompanhado de outros sintomas preocupantes. Ao notar sangue nas fezes, é importante procurar orientação médica para determinar a causa subjacente e receber o tratamento adequado, se necessário. Com um diagnóstico precoce e o tratamento apropriado, muitas condições gastrointestinais podem ser gerenciadas com sucesso, proporcionando uma melhor qualidade de vida ao paciente.

O câncer colorretal é uma doença que afeta milhares de pessoas em todo o mundo. Trata-se de um tipo de câncer que se desenvolve no cólon ou no reto, partes importantes do sistema digestivo humano. Reconhecer os sintomas precoces dessa condição é crucial para um diagnóstico e tratamento eficazes. Neste texto, exploraremos os principais sinais e sintomas do câncer colorretal visando promover conscientização sobre a doença. O que é câncer colorretal? Antes de abordarmos os sintomas, é importante entendermos o que é o câncer colorretal. Este tipo de câncer se forma no tecido do cólon ou do reto, que são partes do intestino grosso. Geralmente, desenvolve-se a partir de pólipos, crescimentos benignos no revestimento interno do cólon ou reto, que podem se tornar cancerosos ao longo do tempo. O câncer colorretal é uma das principais causas de mortalidade por câncer em todo o mundo, mas quando detectado precocemente, as chances de cura são significativamente maiores. Fatores de risco O câncer colorretal é uma condição complexa influenciada por uma interação de fatores genéticos, ambientais e de estilo de vida. Reconhecer esses fatores de risco é crucial para entender melhor como prevenir essa doença grave, entenda mais sobre eles: Idade avançada Um dos principais fatores de risco para o câncer colorretal é a idade avançada. Embora o câncer possa ocorrer em qualquer faixa etária, o risco aumenta significativamente após os 50 anos. A maioria dos casos é diagnosticada em pessoas com mais de 50 anos de idade. Histórico familiar e genética Ter parentes de primeiro grau (pais, irmãos, filhos) que tiveram câncer colorretal aumenta o risco de desenvolver a doença. Além disso, certas síndromes genéticas hereditárias, como a síndrome de Lynch e a polipose adenomatosa familiar, estão associadas a um risco aumentado de câncer colorretal. História pessoal de pólipos colorretais ou câncer Indivíduos que tiveram pólipos adenomatosos no cólon ou no reto ou que foram diagnosticados com câncer colorretal no passado têm um risco aumentado de desenvolver novos casos da doença. Dieta e estilo de vida Uma dieta rica em gorduras saturadas e carnes processadas, e pobre em fibras, frutas e vegetais, está associada a um maior risco de câncer colorretal. O consumo excessivo de álcool e o tabagismo também são fatores de risco conhecidos. Obesidade e inatividade física A obesidade e a falta de atividade física regular estão associadas a um risco aumentado de desenvolver câncer colorretal. Manter um peso saudável e se exercitar regularmente pode reduzir significativamente esse risco. Principais sintomas do câncer colorretal Mudanças nos hábitos intestinais: Um dos sintomas mais comuns do câncer colorretal são mudanças nos hábitos intestinais. Isso pode incluir diarreia persistente, constipação ou uma sensação de que o as fezes não foram completamente esvaziadas após a evacuação. Essas alterações podem persistir por semanas ou meses e não estão relacionadas a mudanças na dieta ou estilo de vida. Sangramento retal: O sangramento retal é outro sintoma importante do câncer colorretal. Pode se manifestar como sangue nas fezes, que pode variar de vermelho brilhante a mais escuro, dependendo da localização e do estágio do câncer. É importante observar qualquer sinal de sangramento retal e relatar ao médico imediatamente. Desconforto abdominal e dor: Dor abdominal persistente, cólicas ou desconforto abdominal podem ser indicativos de câncer colorretal, especialmente se acompanhados por outros sintomas. Esses sintomas podem ocorrer devido ao crescimento do tumor ou à obstrução intestinal. Fraqueza e fadiga: A fadiga inexplicável e a fraqueza podem ser sinais de que algo está errado no corpo, incluindo a presença de câncer colorretal. O câncer pode afetar o metabolismo do corpo, levando à fadiga mesmo com descanso adequado. Perda de peso inexplicada: Uma perda de peso significativa e inexplicada pode ser um sintoma de câncer colorretal avançado. Isso ocorre porque o tumor consome energia do corpo, levando à perda de peso mesmo sem mudanças na dieta ou atividade física. Sensação de inchaço: Algumas pessoas com câncer colorretal podem experimentar uma sensação de inchaço ou plenitude no abdômen, mesmo sem terem comido muito. Isso pode ocorrer devido à presença do tumor ou à obstrução parcial do intestino. Quando procurar ajuda médica? É importante estar atento aos sinais e sintomas mencionados acima e procurar ajuda médica se você ou alguém que você conhece apresentar esses sintomas. Lembre-se de que esses sintomas também podem ser causados por outras condições médicas, mas é essencial fazer uma avaliação médica para um diagnóstico adequado. O câncer colorretal é uma doença grave, mas com diagnóstico precoce e tratamento adequado, as chances de cura são altas. Esteja atento aos sinais e sintomas mencionados neste artigo e não hesite em procurar ajuda médica se suspeitar de qualquer problema relacionado ao seu sistema digestivo. A conscientização é fundamental na luta contra o câncer colorretal, então compartilhe essas informações com seus entes queridos e ajude a promover uma vida mais saudável e feliz para todos.
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